30.3.12

Conforme prometido.
A almofada dos 30€ (sintética) está a correr muito bem. Fofinha, alta e maleável q.b como eu gosto.
Já durmo toda a noite, tal como se quer que um urso hiberne. O trocicolo é que teima em permanecer.
Desconfio que a agora a culpa não é da almofada "Velfont", mas sim das minhas cambalhotas para trás sobre o ombro direito às 2ªs feiras.
E já consigo ter nódoas negras nas omoplatas.
(Talvez a culpa não seja mesmo na almofada...)

26.3.12

miscellaneous

Gosto, de vez em quando, da miscelânea.
Tenho tido várias ideias para escrever, vários assuntos, vários acontecimentos e na tentativa de os arrumar (sempre o meu lado "arrumadinho") resolvi que seria mais divertido misturar isto tudo.
Ora aqui vai:
Acho que nunca apareci na televisão. Deve haver por aí milhares de pessoas como eu. É normal. O que não é normal é que a única vez que isso me acontece é quando eu estou no Estádio José Arcanjo, em Olhão, numa 6ªfeira à noite, a assobiar ao árbitro com os dedos enfiados na boca. Segundos depois os nossos telemóveis não paravam de tocar, o meu e o do meu marido. Ele estava composto, eu uma selvagem. Até nem me desgracei em acepipes, só num Magnum amêndoas. Mas na 2ªparte vieram aqueles senhores com os tabuleirinhos recheados de chocolates e nougats. Anda uma pessoa a correr 8 km e a encher-se de nódoas negras para depois "morrer" em Olhão, no José Arcanjo. Não pode ser.
Gostaria desde já de declarar aberta a discussão ao plenário deste Blog acerca da qualidade do sono/ qualidade da almofada. Ando com um torcicolo há dias, acordo a meio da noite zangada com a almofada, coisa que em mim, que durmo como um bisonte ferrado, é rara. Ou seja, é fundamental uma boa almofada. Certo? Certo.
Então porque é que eu nunca consegui ter uma almofada de jeito? hum? é de penas, é sintética, é sumauma, é penas de mistura (pato e ganso)? e depois há os tamanhos, ou eu vou ter de mudar de roupa de cama porque as fronhas são do século passado, época em que as almofadas eram mais ou menos pequenas? e uma almofada custar 80€? podemos ou não argumentar validamente uma almofada custar 80€?
se considerarmos o facto de que dormimos 2.920 horas por ano, dá uma média de 0,02 cêntimos de almofada por hora, o que não me parece mal pagar 0,21€ cêntimos de almofada por noite durante um ano (tendo em conta que uma noite de sono são 8 horas a dormir), mas o número assusta!
São questões eternas e universais. Então, fui ao "Paris em Lisboa" (sempre um bom pretexto para lá ir) e estive literalmente a deitar-me em cima das almofadas, com o balcão a fazer de cama. Trouxe uma almofada de 30€. Dar-vos-ei o respectivo feedback depois desta noite.
Mais do que o estado do tempo, o buraco do ozono, ou o busílis da resolução do Campeonato Nacional da Liga Zon Sagres 2011/12, fala-se muito em Felicidade e em ser-se Feliz. Coloquei propositadamente em letra grande, querendo dar destaque, como se fosse um nome próprio, como se fosse uma pessoa que se procura em todas as esquinas. Teorias há várias. Eu também tenho uma, mais a ver com o sentido da vida, pois é esse, que quando encontrado e aceite com naturalidade nos dá esse tal estado de tranquilidade a que se chama Felicidade. Muitos eteceteras a seguir a isto.
Dei por mim pela primeira vez em muito tempo a desejar ter uma linha de consumo ilimitado na zara. As cores, os padrões, as t-shirts, as calças, as saias, os lenços, enfim tudo. Tudo senhores, é tudo lindo de morrer. Já só lá volto a entrar em Novembro, prontos!

E a miscelânea é assim.

23.3.12

Príncipes e Princesas




Em vésperas de final de 2ºPeríodo, encontrei-me com duas turmas da 3ªClasse de um Colégio em Lisboa. E como eu gosto destes momentos!
O pretexto foi o Livro "Princesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas" com o meu Conto do Príncipe Igor, o menino de 8 anos que não consegue ver as cores e que graças ao poder da sua imaginação e da ajuda da amiga Íris, imagina as cores e consegue "vê-las" através do Arco-Íris.
Além de falarmos sobre a história, fiz um exercício sobre "como escrever uma história".
O esqueleto/ enredo ganhou vida e com algumas brincadeiras consegui explicar a miúdos de 8 anos como é que se constrói uma história a partir de uma ideia.
O "Sr. Enredo" ficou na sala de aulas, as Professores dizem que vão utilizá-lo assim que regressarem das férias. Para uma hora de atenção ao final do dia, num final de período e numa sala com mais de 30 miúdos, portaram-se muito bem!
Fazem sempre as perguntas mais giras, mas aquela que é para mim a mais engraçada é quando querem saber quem é o "meu Príncipe Alexandre", a quem eu dedico o conto.
Quando respondo que é o meu marido, as meninas ficam todas coradas e fazem risinhos escondidos, os rapazes acham uma lamechice e fazem caretas.
Há coisas que são sempre iguais a vida toda!!



22.3.12


é o que dizem as paredes aqui do Bairro...

E hoje, foi assim...






Começou cedo com a rua deserta, a seguir vemos o GREAT Jeremy em conversa com o realizador, Bille August, e depois o cantinho que eu escolhi para ver as cenas!
Não arranjei banquinho, mas fiquei ao lado das velhotas que faziam parte da figuração.
Ainda ao final do dia, continuavam a filmar. O Flash também assistiu com entusiasmo e o Bairro todo orgulhoso pela "fama"!
Amanhã, já volta tudo ao "normal".

21.3.12

Ainda a propósito deste post anterior.
Hoje nem eram 10:00 e já me estava a cruzar com o Nicolau Breyner aqui no Bairro.
A filmagem do "The Night Train to Lisbon" de Bille August, continua a decorrer perto de nós, mas nestes próximos 2 dias é mesmo, mesmo na rua ao lado de nossa casa.
O Flash esta manhã andava alegre e feliz a cheirar as camionetas e os décors todos que estavam a montar! Uma emoção, sentimo-nos logo parte de qualquer coisa "de maior", de fantástico.
Quanto a mim, resta-me ficar sentada num banquinho, com uns acepipes e umas bebidas, à espera de ver o THE GREAT Jeremy Irons.
Eu depois conto tudo!

19.3.12

Dia do Pai




Acredito que tudo aquilo que os Pais (progenitores) proporcionam aos seus filhos ver, sentir ou ouvir, um dia mais tarde, dali a muitos anos, eles irão de alguma forma "retribuir" e agradecer.
Em determinada altura, o meu Pai ouvia muito este Concerto (Rachmaninov Piano Concerts nº. 1 & 2) em casa. Tantas vezes que às tantas andava tudo a resmungar: “Já chega! Não sabe ouvir outra coisa!”
O meu irmão, a minha Mãe e eu refilando pela casa e o meu Pai com a aparelhagem no máximo.
Vinte e muitos anos depois, sei que o melhor presente que lhe posso dar é dizer que agora, no meu Ipod, toca este exacto Concerto (tocado pelo majestoso Zimerman), ouvindo-o quase todos os dias. Com o meu irmão sei que se passa a mesma coisa. E tudo graças à sua insistência em nos fazer ouvir boa música, mesmo quando todos resmungavam.
E do seu prazer pela arte, pela estética e pela discussão das ideias, nunca se tendo esquecido de nós (filhos) na partilha desses gostos.
Obrigada Pai!

17.3.12


Mais um "instante de Lisboa" que certo dia recolhi, ali para os lados do Terreiro do Paço....

Lisboa, actriz principal

Hoje, pela cidade de Lisboa, dei conta de 3 filmagens a rodar em 3 sítios.
Aqui bem perto de casa, no Largo de Santa Catarina, estão em filmagens há vários dias para uma Longa Metragem do Bille August, de seu nome "Night Train to Lisbon". Todos os dias temos sempre grande agitação de câmaras, luzes, gente!
Lá em baixo, junto à 24 de Julho, mesmo ao lado da antiga Kapital, estava também esta manhã uma equipa de filmagens com todo aquele aparato de carrinhas, iluminação, gruas, etc.
E para finalizar, na esplanada Le Chat (junto ao Museu Nacional de Arte Antiga) onde eu recomendo desde já uma visita, estava mais uma outra equipa de filmagens, do que parecia ser um anúncio.
Lisboa está sem dúvida na moda e é uma cidade lindíssima, simpática, segura, tranquila.
Também esta manhã, enquanto fazia os meus 8kms junto ao Rio, reparei na quantidade de turistas que andava de roda da Torre de Belém e Padrão dos Descobrimentos.
Fico muito orgulhosa quando os vejo a tirar imensas fotos, sentindo-os genuinamente a gostar de aqui estar.
Hoje, apesar da falta de sol e até de uma chuva miudinha que me apanhou, o Rio estava bonito, cheio de barcos à vela.
Pois que eu gosto muito da minha cidade!

16.3.12

Já chegaram!


Já chegaram as "Amêndoas Tipo Milão" que é um género de amêndoa que só nesta altura da Páscoa o demo fabrica numa das suas caldeiras vulcânicas e que contam com um número pornográfico de calorias.
Pois eu digo aqui, assim sem rodeios, que como um pacote destes enquanto o demo esfrega o olho e volta a meter mais amêndoas no caldeirão.
Em tempo de quaresma falo em sacrilégios calóricos: as Amêndoas Tipo Milão é um deles que invade indecentemente as prateleiras das Pastelarias em Lisboa, e a gente que se amanhe a vê-las tão lustrosas e salivantes dentro do saquinho transparente (não é por acaso que fazem este saco transparente e atenção que as minhas e únicas preferidas são estas mesmo, do saquinho transparente com a bonequinha e a fitinha de embrulho).
E eu que corra mais 8kms feita uma louca e que me encha de nódoas negras na Dança.
Não há condições. Assim não dá.
(só me faltava agora haver a receita da Bimby...)

15.3.12

A trovoada


Escrevo ao mesmo tempo que o céu em Lisboa descarrega toda a carga em excesso de energia acumulada nestes últimos meses de seca extrema.
É verdade que também já estava a ficar farta de apanhar choques em todo o lado.

Aqui a trovoada é ligeira e doce.
Nunca gostei dela e sempre me assustou até ao momento em que resolvi viver no hemisfério sul, no Continente Africano.
Em Moçambique a época das chuvas dá-nos uma nova dimensão daquilo que é a chuva e daquilo que é a trovoada.
Lá a trovoada é um monstro irascível que foi acordado antes de tempo. Como um urso que interrompe o sono enquanto hiberna. O céu muda de cor, as árvores encolhem-se, os pássaros desaparecem. Ninguém é obrigado a ficar, só quem quiser "assistir" à catarse.
A trovoada é dona e senhora daquele pedaço de terra onde descarrega raios e relâmpagos sem qualquer misericórdia. É um massacre autêntico. O barulho da chuva abafa tudo, temos de falar mais alto para nos fazer ouvir.

Quando agora, estando em casa, ouço esta trovoada e a chuva abençoada que cai, é uma doce recordação que me traz, do quase "fim do mundo" em que a terra se tornava, como se não existisse um outro lugar no mundo.  E quando a noite caía, os raios desenhavam formas que eu nunca tinha visto, pareciam que as nuvens tinham espinhas e estavam a fazer uma radiografia, parecia que de lá do cimo desciam traços de luz como uma faca cravando-se numa parede.

A Natureza mostrava a sua superioridade máxima e absoluta sobre nós. Sentia-me tão mais pequenina do que uma formiga que se esconde no formigueiro.
No final, revela-se toda a sua beleza: do chão brotam minhocas, os pássaros regressam aos ninhos e a uma actividade fernética, as plantas incham de vida e a terra devolve tudo ao homem: arroz, milho, mangas, papaias, ananás, abacates.
Assim como uma senhora tão bem resolvida consigo própria, generosa e sublime.

14.3.12

mosquitos



isto é tão verdade, verdadinha que eu adoraria ter sido a autora deste provérbio!


12.3.12

Consegui!


Este monte de coisas amorfas foi a minha 421ª tentativa de fazer suspiros, que pela primeira vez resultou em algo que se assemelhasse com aquilo que obtemos quando juntamos claras em castelo e açúcar. Tão somente estes dois singelos ingredientes já me deram mais dores de cabeça do que assar um porco inteiro e espetar-lhe uma laranja na boca. (não que já o tenha feito, mas admito fazê-lo sem qualquer medo!)
Consegui fazer isto que se vê na foto. O sabor estava excelente e tinham a tal "pastilha elástica" lá por dentro! O aspecto era péssimo, no sentido em que houve primeiro uma réplica do terramoto de 1755 e depois comemos os despojos dos ditos.
O truque será mesmo o forno (temperatura) e tempo de cozedura, a falha foi eu não ter as formas de papel e ao usar as de empadas/queques, sem ser untadas, colou-se tudo ao fundo.
Mas que importa isso agora?
Esta era mais uma das minhas resoluções/ passas para este ano. E lá vamos nós a caminho da próxima.
Neeeeext!

10.3.12

Dias grandes





No final do ano passado, quando aqui deixei as minhas resoluções/ passas, a primeira, a nº1, era esta.
Nem imaginais vós, caríssimos leitores, onde tenho andado por esta cidade, na minha incessante investigação acerca do meu Bisavô, Joseph Garcia Rugeroni.
Ando mergulhada numa Lisboa do princípio do Século XX, com os senhores de cartola a descer a Rua Garrett e as senhoras a bordar lenços de assoar.
Biblioteca Nacional, Turf e Clube Tauromáquico, entrevistas com familiares, pesquisas na net, registos de passageiros de barcos transatlânticos e recortes de jornais de lupa em punho.

Nos entretantos, o meu Príncipe Igor foi um dos 3 contos escolhidos para fazer parte de um projecto muito giro da Fundação Gulbenkian, assim que estiver (brevemente) online, darei notícias.




Finalmente, o meu Romance, "Chão de Sangue" que estava a um passinho de ver a luz do dia, voltou para a gaveta. Tudo graças a bons e sábios conselhos, pois creio estar rodeada de gente super profissional e honesta.
Avanço a passos largos para o segundo Romance. E deixo aqui um "segredo": já o comecei!

E ainda tenho tantos livros que gostaria de ler e outros tantos que gostaria de escrever.

"O Sol pode fazer dias longos: dias grandes só os fazem e podem fazer as acções"
(Padre António Vieira)

6.3.12

Dias com Alma


Os dias na Cozinha com Alma têm sido cheios!
Cheios de comida deliciosa e de óptima qualidade, cheios de amigos e de visitas, cheios de sorrisos, cheios de histórias de vida.
Neste momento já estamos a fornecer 22 bolsas sociais (refeições diárias) a cerca de 7 famílias da zona (Cascais, Alcabideche e Estoril). O objectivo é chegar a muitas mais. Mas o crescimento tem de ser sustentado e consistente.
A cada dia que passa acredito que as boas ideias são as mais simples, as mais "básicas", mas que por tão simples que são, parece que ninguém se lembra delas.
Em menos de um ano a Joana e a Cristina deram espaço e dimensão a uma ideia tão singela: criar um negócio social, apoiado numa rede de parcerias e voluntários, de venda de comida para fora (take away), com uma bolsa social para famílias sem qualquer tipo de ajudas.
Todas as semanas contacto com essa realidade, sentindo que aquela familia que ali está, sentada à minha frente, poderia ser "um de nós".
É um trabalho que faço voluntariamente, com imenso gosto, não dando pelo tempo a passar quando lá estou. Os sorrisos que arranco às pessoas e os suspiros de alívio valem por tudo.
O que realmente me tem custado mais, devo confessar, é fazer de "provadora" dos pratos do Chef, principalmente as sobremesas. No outro dia fiz um pijaminha que se compunha do seguinte, ora vejam: tiramisu, mousse de lima e panacotta de frutos silvestres.
Uma maçada, não se faz. O sacrificio que foi comer aquilo tudo!
E todos os dias são uma alegria, ninguém entra de má cara, só há boa energia no ar.
Maravilhosa, a Cozinha com Alma!

nota: os créditos da foto são da Teresa Aires

5.3.12

ainda em modo: "o meu sonho era ser bailarina".

Hoje cheguei a casa e vesti-me logo.
Sentei-me ao computador e pûs-me a trabalhar, vestida e assim já pronta para a aula de Clássico. Collants, maillot, mais uma camada de t-shirt e calções.
Agora, já me tinha era esquecido da dificuldade em depois ir faze xi-xi... 

3.3.12

nódoas negras

Esta 6ªfeira, pela manhã, acordei com umas 3 nódoas negras em cada perna. Uma especificamente no joelho. Dói.
Doem-me os braços, tenho as costelas doridas, os rins e o pescoço. Doem-me as plantas dos pés, a ponta dos dedos e os braços mais uma vez.
Ao fim de 40 dias caiu chuva em Lisboa. Ao final da tarde subi a Rua do Século, limpa e escorregadia, em passo apressado. Subi até aquele Largo que eu tanto gosto.
Virei na Rua da Academia das Ciências. Entrei na Escola Superior de Dança.
Subi um lance, dois lances. Caminhei por entre naves industriais, corredores imensos, paredes forradas em azulejo, pedaços do Palácio Marquês de Pombal, coisa pouco iluminada, quase sem alunos.
Dentro da sala, um feliz reencontro. Chão forrado naquele plástico duro e anti derrapante. Espelho ao fundo. Barras encostadas às paredes. Sacos, restos de sapatos, blusões e camisolas num canto. Música. A Filipa marca os tempos. Estamos numa aula de T.D Contemporânea.
Sinto-me tranquila e ao mesmo tempo viva. Sinto-me em elemento não-estranho. As marcas das sapatilhas no chão, o som da respiração dos bailarinos.
Posso ir dançar?
Podes.

Tenho 34 anos, deixei de fazer Ballet aos 15. Regressei há uns anos, enquanto aulas para adultos, mas voltei a interromper. A ESD tem um curso, o "ano zero", para os alunos que estão a preparar-se para entrar na Escola. É tudo miúdos com 18 anos, mas aceitam adultos que queiram fazer as aulas pelo simples prazer e gosto pela dança. Não há falsas ambições. Não irei fazer a audiência, mas há um gosto imenso pela dança.
Na próxima 2ªfeira regresso, desta vez para experimentar a T.D. Clássica.
Mais nódoas negras. Gosto tanto.

1.3.12

Março

Vamos lá ao meu Borda d'Água saber coisas:
3º Mês
Neste mês os dias aumentam: em Lisboa 1h16m;  no Porto 1h 22m.
Em Março tanto durmo quanto faço.
Peixes.
Preparar a terra para o milho e a batata de regadio. Na Horta preparar as estacas para feijões e ervilhas. No Jardim semear amores-perfeitos, cravos e crisântemos. Vacinar porcos contra doenças rubras, caprinos e ovinos contra o carbúnculo.
Dias vividos: 91; a viver: 275.

Quem tem o Borda d'Água tem tudo!