Quatro mil kms depois...



Desta África distante e tão diferente, e sobre a qual vou seguramente "cozinhar" alguns bolos (perdoem-me meus leitores, mas nem sempre foi fácil encontrar tempo para escrever e ter o acesso à internet), deixo a minha primeira e mais forte impressão: de que há Esperança, sempre!


Comentários

Anónimo disse…
Oh Rita, esta fotografia esta um bocadinho apartheid, não?

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