23.9.11

Inter-Cidades: Paris

















Uma mão cheia contam as vezes que fui a Paris. Depois de ter visto o filme "Midnight in Paris" do Woddy Allen, apetece-me logo saltar para a segunda mão! É irresistível.

Enquanto que Nova Iorque, é para mim uma caderneta de cromos, em que cada momento é uma cena de um filme, e todos os momentos juntos fazem daquela cidade uma realidade paralela; em Paris tudo se resume a simplesmente ser e estar. Passear pelas ruas, pelos jardins, visitar museus, descer avenidas, sentar-se nos cafés, nos bancos do jardim, andar de bicicleta, de metro, a pé - em Paris o nosso movimento é o que basta para conhecer aquela cidade.


Em cada esquina e em cada recanto está a cidade inteira: as livrarias, os bistrôs, as padarias e os cafés, as lojas de velharias, os antiquários, os vendedores de gravuras e de livros antigos, as lojas de flores e de plantas, os museus, as lojas dos museus, as Igrejas e o Sena, os candeeiros e o francês pronunciado com um tédio fingido, o cheiro das baguettes, dos crêpes sucrées e dos macarrons acabados de fazer. Em Paris só me apetece estar. É quanto basta.

E, depois de ver o filme, concluimos que de facto todos os maiores pintores, escritores, artistas e pensadores do mundo estiveram lá, em épocas diferentes, mas sempre naquela cidade. Não é um qualquer lugar na terra que se pode gabar de juntar numa mesma latitude tanto nome, tamanho talento, tanta coisa!!


Dicas e Sugestões para Paris: ir! Go!

1 comentário:

Anónimo disse...

Pois foi exactamente por sentirmos tudo isto que, depois de termos visto este mesmo filme, decidimos lá ir....só 3 noites já chega!
É realente uma cidade de invulgar beleza, que a meu ver, foi estudada para resultar no equelibrio e harmonia presente em cada lugar.